domingo, 27 de maio de 2012

O HOMEM BATENDO UMA PUNHETA DEVASSA


Sempre adorei a palavra "Homem", achando que fica melhor empregada naqueles belos espécimes de machos que nos fazem acreditar que realmente Deus existe por colocar seres tão lindos e perfeitos na terra, fontes de inspiração para deliciosas punhetas e sonhos. Assim era R. , um "Homem" com H maiúsculo, lindo colega de turma com quem estudo há 04 anos, perfeito de corpo(23 anos, 1,80m, pele muito branca, pernas deliciosamente grossas torneadas após anos de handball, cabelos pretos e curtos, olhos catanhos, lábios bem vermelhos, tórax modelado em longas jornadas de academia de ginástica, mas não muito forte, na medida, e parcialmente coberto com uma fina camada de pêlos muito escuros, contrastando com a pele muito alva e os mamilos de cor rosa, além de axilas cobertas com deliciosos pêlos que me faziam delirar toda vez que ele levantava os braços, enfim, uma verdadeira obra de arte), sorriso maravilhoso, jeito rude de macho, daqueles que foi ensinado que homem que é homem senta de pernas abertas sempre, coça o saco na frente de todo mundo...
Durante anos eu me acabava em intermináveis punhetas pensando nele, no meu macho, imaginando o sentado na minha frente, com as pernas abertas daquele jeito sensual que só um homem sabe como fazer, de pau bem duro(ainda não sabia, mas pelo tamanho dos pés do meu macho, que calçava 44, imaginava ser um belo órgão), suado, exalando o delicioso cheiro de macho, batendo punheta, e me chamando "Vem me chupar vem seu viadinho, chupa o papai aqui!". Adorava vê-lo sem camisa, tinha que controlar as ereções quando ele encostava perto de mim para falar alguma coisa, com sua voz máscula e sexy. Continuei nessa adoração escondida até o dia em que precisei pegar um ônibus pois meu carro estava com problemas. Quando estava indo para a parada noto que um carro estava se aproximando e diminuindo a velocidade, um vectra preto(sim, além de tudo meu macho ainda era rico, de família bastante abastada). Parou perto de mim e ao abrir o vidro era R., me oferecendo carona. Aceitei já com a cara vermelha de vergonha, o coração a mil pela excitação de estar tão próximo dele.
Ele disse que me levaria após passar rapidamente em sua casa para trocar de roupa, já que estava indo jogar bola com outros caras da minha turma, na praia. Disse que tudo bem. Chegamos e ele disse para irmos para o seu quarto, onde eu poderia ficar vendo uns livros, etc. Quando ele tirou a camisa, e vi aquele peito forte e peludo, quase morri, mas estava feliz por estar ali, e ansioso para poder ver algo mais. Ele disse"Vou vestir o calção e já vamos", enquanto tirava a calça, e ficava só de cueca, exalando o cheiro ao qual já me referi, cheiro de macho, que tanto gosto nos homens. Pela cueca vi que meus pensamentos sobre o tamanho do pau dele estavam corretos: parecia ser enorme. Não conseguia tirar os olhos de R., que tendo notado a minha gula(e sem dúvida alguma ele estava fazendo esse strip-tease ciente do grande desejo que estava provocando em mim, já que corria na nossa turma um boato de que eu seria gay, apesar de não ser assumido, muitopelo contrário)tinha um sorrizinho cínico no canto da boca."Acho melhor vestir meu calção de banho, para a mulherada na praia poder me apreciar melhor, heheheeh. O que tu achas?". Foi falando e tirando a cueca, sem tirar os olhos de mim, acompanhando minha reação, enquanto eu estava hipnotizado com aquele pau maravilhoso que estava semi- ereto, grosso, bem rosado, com um cheiro delicioso. Ele disse então"Sabia que tu era viado mesmo cara, não tira o olho da minha pica né?".
E eu sem palavras, com a boca cheia de saliva, sem acreditar que aquilo estava acontecendo comigo depois de tanto tempo!"Quer dar uma mamadinha viado?Chupa aqui!" Minhas mãos foram na direção daquele caralho grande, que já estava duro, pois agora ele começava a se masturbar, de um jeito bem másculo, e o cheiro de macho cada vez mais me enchendo a cabeça de desejo!Peguei no pau dele e disse"Pode?". Ele se afastou e disse que não, que era macho de verdade, não ia deixar um viadinho se aproveitar dele"Isso aqui eu só uso em buceta de mulher viu filho da puta!Hehehhehehehehe" Eu implorei, dizendo que sempre fui apaixonado por ele, que o amava muito, queria pelo menos uma vez ter aquele pau na minha boca. Ele rindo disse, "Então vai, pega aí, mas se tu contares para alguém, te prepara para levar uma sova filho da puta. E chupa logo essa porra que eu tô atrasado!". Eu chupei aquele pau como se fosse a única coisa que sabia na vida, como se daquilo dependesse a minha sobrevivência. Não conseguia engolir a cabeça, descia pelo corpo do pau até chegar à base e depois ia para o saco, perfumado, peludo e grande. Pedi para ele que realizasse meu sonho deitando na cama dom as pernas abertas para que eu pudesse chupá-lo. Ele deu uma gargalhada e disse,"Vamo logo, chupa logo isso que tenho que jogar" indo para a cama e me mostrando aquela bunda perfeita, com uns poucos pêlos, se deitando e abrindo as pernas e fazendo um sinal com a cabeça para eu me aproximar. Continuei chupando enquanto ele gemia, mas sempre com um sorrizo no canto da boca. "Tira a boca que eu vou gozar!", falou, e eu"Não, quero aproveitar tudo, deixa eu engulir tua porra"!
Gozou fartamente, a porra com um sabor delicioso, vários jatos. E eu fazendo o possível para não perder nada daquilo, engolindo tudo. Aí ele encostou a cabeça no travesseiro como se estivesse exausto da experiência, colocando um dos braços atrás da cabeça. Aproveiteim e comecei a beijar o seu peito, chegando até as axilas, chupando aquele monte de pêlos de homem, uma das coisas que sempre quis faser com um macho, deixando-os bem molhados. Então ele levantou da cama, sorrindo, pegou o calção de banho e disse"Tu já sabes que ninguém nunca vai saber disso aqui! Só deixei tu chupar meu pau por pena de ti" Eu com um resto de porra na cara pedi para ir ao banheiro para me limpar. Ele disse onde era. Depois de me limpar saímos da casa e ele me levou em casa. Antes de sair do carro ainda meti a mão esquerda no meio das pernas dele e ele tirou com força, mas rindo de mim. Foi embora depois de me chamar de viado mais uma vez. Só quando cheguei em casa percebi que ainda não tinha gozado, apesar do pau estar cheio daquele líquido viscoso que não é porra.
Fui para o quarto, me tranquei e comecei uma punheta deliciosa, a melhor de todas, ainda com o gosto da porra do meu macho na boca.. 


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